Sexta-feira, 1 de Julho de 2011

1933.Junho.1 - João de Barros e ETERNIDADE

«Livro poderoso e impressionante como nenhum outro do seu autor.» Assim começa a recensão de João de Barros ao romance Eternidade, acabado de sair, na Seara Nova.
excerto: «Parece -- mas não sei se é esse o pensamento de Ferreira de Castro -- que a erternidade que o atrai e ele preconiza e aceita é a eternidade do bem, a da solidariedade e da justiça, conseguida através da luta, do esforço e da infinta dor das gerações que se sucedem na terra. Será assim?» Seara Nova #345, Lisboa, 1 de Junho de 1933, pp. 141-142. 

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