excerto: «Parece -- mas não sei se é esse o pensamento de Ferreira de Castro -- que a erternidade que o atrai e ele preconiza e aceita é a eternidade do bem, a da solidariedade e da justiça, conseguida através da luta, do esforço e da infinta dor das gerações que se sucedem na terra. Será assim?» Seara Nova #345, Lisboa, 1 de Junho de 1933, pp. 141-142.

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